A sociologia é uma ciência que estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. No estudo desses processos é impossível haver experimentação. Para chegar às conclusões observa-se o que nesses processos é repetitivo para daí estabelecer teorias gerais.
Um dos fundadores da sociologia foi Max Weber. Weber defendia que o conhecimento nunca chega ao fim.
Segundo Weber em todas as acções sociais os indivíduos são movidos por intenções próprias mas orientam-se pelos comportamentos esperados dos outros, ou seja, quando tomamos uma acção esperamos uma determinada reacção.
Todos os comportamentos estão sujeitos a condicionalismos. A construção social da pessoa que somos está condicionada quer seja pela nossa família, o meio social em que estamos inseridos, ou o nosso sexo.
Na nossa sociedade nem todos podemos ser iguais. Todos somos diferentes e por vezes essas diferenças vão contra o estereótipo que a maior parte das pessoas aceita. Dessa incapacidade de alguns grupos de aceitar as diferenças nasce a exclusão social.
A exclusão social hoje em dia é uma verdade à qual já não podemos fechar os olhos.
Os indivíduos são excluídos muitas vezes por uma ou mais caracterisristicas que se enquadram numa óptica da privação. Ou por ausência de cidadania, dignidade, grupos de convívio ou poder de compra ou por falta de capacidades nas áreas do saber, do fazer e do estar.
Basicamente pessoas "excluídas são todas as que não participam dos mercados de bens materiais ou culturais" (Martine Xiberas).
A pobreza, a cor da pele, a orientação sexual ou a doença são as principais razões pelas quais indivíduos são excluídos socialmente.
Hoje em dia já são postas em prática estratégias de inserção e inclusão social, porém, este é um processo longo e demorado até que estes indivíduos estejam novamente integrados na sociedade.
Na sociedade em que vivemos as diferenças ainda não são aceites. A exclusão social continua a existir. As pessoas continuam a ser discriminadas por características que não fazem delas menos aptas para desempenhar um papel importante na sociedade.
Só podemos esperar que a sociedade comece a “abrir os olhos” e a tomar consciência de que todos somos diferente mas no fundo todos somos iguais. Somos todos humanos com qualidades e defeitos, com características que fazem de nós indivíduos com identidade própria e, por isso mesmo, não menos aptos que o estereótipo para sermos parte activa e importante na sociedade.
A mudança nasce do esforço de cada um de nós. Por isso mesmo aqui deixo o apelo para que cada um de nós tome consciência da magnitude que a exclusão social atingiu e do tumor que é na nossa sociedade. Todos nós devemos lutar para acabar com a exclusão social e perceber que no fundo todos somos iguais.
Bibliografia:
vamoslafalar.blogspot.com/2007/08/povo-cigano...
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